Delegação da ADECO visita ARME

Uma delegação de ADECO, encabeçada pelo seu presidente, Marco Cruz, efectuou, na segunda-feira, 1 de outubro, uma visita de cortesia ao Conselho de Administração da Agência Reguladora Multissectorial da Economia (ARME) para, entre outros propósitos, manifestar-lhe todo o seu apoio e exortá-lo a continuar a ter “uma voz independente e activa, no exercício das suas funções regulatórias”.

“Queremos contar convosco para, no quadro de uma relação franca e aberta estabelecermos uma parceria profícua e duradoura, em prol da defesa dos direitos do consumidor”, afiança Marco Cruz, manifestando, desde já, toda a sua abertura para, encetar o diálogo com a ARME com vista a identificarem os moldes e áreas desta cooperação.   

Durante o encontro, que durou pouco mais de uma hora, Marco Cruz pediu, igualmente, ao Presidente do Conselho de Administração da ARME, Isaías Barreto da Rosa, que interceda junto do Governo, para que altere os estatutos da ARME, em ordem a permitir que ADECO tenha presença de mais elementos no Conselho Consultivo desta entidade reguladora. 

Por seu turno, Isaías Barreto da Rosa regozijou-se com a manifestação de vontade da ADECO para uma relação de parceria com a ARME, pois, a instituição que dirige sempre privilegiou o dialogo e a concertação como forma de incrementar “uma regulação de excelência, que garanta a sustentabilidade económico-financeira dos operadores e defenda os legítimos interesses dos consumidores”. 

Aliás, a propósito de diálogo e concertação, uma bandeira do Conselho de Administração da ARME, o PCA exorta a nova direção de ADECO, para que se disponha sempre que achar que as coisas não vão bem.” No que diz respeito à resolução de conflitos, entre operadores e consumidores, estamos absolutamente abertos para, juntos, encontrarmos a melhor forma de os dirimir. Ademais, temos um gabinete que se encarrega, exclusivamente, do apoio aos consumidores”, informa Isaías Barreto da Rosa, reiterando que o diálogo e a concertação são as melhores armas para a resolução de conflitos.

“Entretanto, gostaríamos de exortá-lo, para que cultivemos o espírito de maior diálogo para com a entidade reguladora; havendo qualquer assunto, senhor presidente, não hesite em mandar-nos um email e/ou em telefonar-nos, pessoalmente”, dispõe o responsável da ARME.